3/4 Itaigara Pronto para morar

Excelente apartamento em torre única, 03Q, suíte, andar alto, vista mar, 01 vaga coberta, dependência completa, teto rebaixado de gesso, armários embutidos, ar condicionado nos 03 quartos, infraestrutura completa.

Condomínio Veneza - Apt. 2/4

Apartamento com localização estratégica perto da rótula do abacaxi. Piso em porcelanato, bancada em granito nos banheiros social e suíte, bancada americana na sala, armários na cozinha e banheiros, medição individual de gás e água, infraestrutura completa, 01 vaga de garagem coberta, andar alto, super ventilado. Aluguel com taxas de condomínio e IPTU incluídas

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

SALVADOR É UMA DAS CIDADES COM O METRO QUADRADO MAIS BARATO DO PAÍS

Uma pesquisa realizada pelo FipeZap em 20 cidades do Brasil analisou o preço dos imóveis no período de julho a agosto de 2016. De acordo com o levantamento, no geral, a variação do preço do metro quadrado ficou em cerca de 0,05%. O valor total dos imóveis também chamou a atenção, já que se manteve praticamente estável, com queda mínima de 0,03%.
Apontada como uma das cidades com o metro quadrado mais barato do país, Salvador está no 17ª lugar na lista, com preço em torno de R$ 4.765. Em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, que lideram a lista, o valor é de R$ 10.223 e R$ 8.613, respectivamente. Contagem, em Minas Gerais, foi apontada com a cidade onde se compra um imóvel economizando mais, com o metro quadrado custando R$ 3.642.
FONTE: Metro1

É hora de comprar imóvel?


Segundo o vice-presidente do Secovi, o mercado tende a crescer e a se recuperar. As empresas reduziram os números de lançamentos, quase em 50%, e mudanças na lei de zoneamento resultou em um custo adicional nos terrenos urbanos. “Essas unidades de antigos projetos vão acabar e os projetos novos já virão com preços corrigidos”, explica.

Nogami diz que tudo ainda depende do cenário, mas a economia dá sinais de inversão. “O preço não deve cair mais e a própria construtora diante desse possível crescimento deve postergar a venda. Para quem tem dinheiro, é uma boa hora de investir, pois tem poder de negociação e consegue uma boa compra”, explica.

Prando acredita que o segundo semestre é o momento certo para comprar um imóvel, pois, mesmo inseguras, as pessoas reconhecem que ouve uma parada no mercado imobiliário. “Quando a taxa de juro começar a cair, teremos uma avalanche de dinheiro indo para a compra de imóveis, que deve gerar a redução de ofertas em 2017”, diz o vice-presidente da Secovi.


PORZAP

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Queda no preço da Locação de Imóveis

Relatório FipeZAP aponta que o preço médio do m² de locação nas cidades pesquisadas foi de R$ 30,24.



Segundo o relatório deste mês divulgado pelo índice FipeZAP, os preços de locação registraram queda nominal de 0,67% na passagem de junho para julho. Após esse resultado, o Índice FipeZAP de Locação acumula variação de -2,44% em 2016 e de -5,23% nos últimos 12 meses.


A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) medida nos últimos 12 meses foi de (+8,74%). Dessa maneira, o Índice de Locação teve uma queda real de 12,84%. Todas as cidades monitoradas pelo Índice mostraram resultados inferiores à inflação nesse período, sendo apenas que em Curitiba não tivemos queda nominal no preço médio de locação.


O relatório mostra que se compararmos o preço médio de locação com o preço médio de venda dos imóveis, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por locar seu imóvel. Trata-se de uma medida importante para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções de investimento. Em Julho de 2016, o retorno médio anualizado do aluguel foi de 4,4%.


Os preços anunciados para locação considerados para o cálculo do índice são para novos contratos. Normalmente reajustados automaticamente pelo IGP-M/FGV (Índice Geral de Preços do Mercado/ Faculdade Getúlio Vargas) ou por outros índices de correção. Assim, mostra de forma mais dinâmica como a demanda e a oferta por moradia estão se relacionando. Além disso, ao comparar o preço de locação com o preço de venda dos imóveis, é possível ter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por locar seu imóvel. Essa medida é importante para avaliar se o mercado imobiliário está mais ou menos atrativo em relação a outras opções de investimento.


PORZAP

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O Impeachment e o Mercado Imobiliário





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Mudanças Bancárias


Após um período de suspensão por conta da escassez de recursos, a linha de financiamento de imóveis pró-cotista, a mais barata do mercado para imóveis com valor maior do que 225 mil reais, voltou a ser oferecida a clientes pela Caixa.


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De acordo com informações do próprio banco, após o anúncio do conselho curador do FGTS de que a linha teria recursos adicionais de 3,6 bilhões de reais, sendo 1,7 bilhão para financiamento de imóveis de 225 mil reais a 500 mil reais, o crédito está disponível para os clientes desde o dia 16 de agosto.
Em tempos de juros altos, a pró-cotista é uma das linhas mais acessíveis do mercado ao cobrar taxas que variam de 7,85% a 8,85% ao ano, dependendo do relacionamento do cliente com o banco. Em outras linhas de crédito imobiliário, a taxa cobrada pelo banco sobe para mais de 11% ao ano, no caso de clientes que não tenham relacionamento prévio com a Caixa.
Condições foram mantidas
De acordo com o banco, as condições da linha de crédito, como taxa de juros, prazo do financiamento e porcentual do imóvel que pode ser financiado,anunciadas em maio do ano passado, continuam as mesmas, mesmo após o banco ter aumentado os juros em outras linhas de financiamento imobiliário.
Além de juros mais baixos, o grande atrativo da linha é o percentual do valor do imóvel que pode ser financiado — que chega a 80% para imóveis usados e 85% para imóveis novos.
Além do programa Minha Casa Minha Vida (que financia imóveis de até 225 mil reais) a linha pró-cotista é a única alternativa para trabalhadores privados que queiram financiar imóveis usados na Caixa, mas não têm capacidade de arcar com entrada equivalente a 30% do valor do imóvel.
Isso porque recentemente a Caixa voltou a emprestar no máximo 70% do valor da unidade para aquisição de imóveis usados que estejam enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A condição se iguala apenas para servidores públicos, que também podem financiar até 80% do valor do imóvel em outras linhas de crédito.
O prazo máximo de financiamento oferecido na pró-cotista é de até 360 meses. Não há restrição com relação à renda familiar dos compradores.
O valor limite de imóveis que podem ser enquadrados na linha na região de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal é de 750 mil reais. Para as demais regiões, o valor do imóvel está limitado a 650 mil reais. 
Requisitos
Para ter acesso à linha de crédito pró-cotista FGTS, é necessário ter contribuído ao FGTS por mais de três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes.
Caso se enquadre nessa exigência, a conta vinculada ao fundo deve estar ativa, ou seja, o trabalhador deve estar empregado e realizar atualmente contribuições mensais ao FGTS; ou ter conta inativa, mas com saldo equivalente a 10% do valor do imóvel, caso esteja desempregado ou não contribua atualmente para o FGTS por estar trabalhando sob outro regime de trabalho, por exemplo.
Mas o comprador não pode ter outro financiamento de imóvel e nem ser proprietário de outra unidade residencial urbana, concluída ou em construção, na mesma cidade, em municípios limítrofes ou na região metropolitana da cidade onde vive. Preenchidos os requisitos, o uso do saldo do FGTS no financiamento é opcional.
Falta informação
Apesar de afirmar que a linha de crédito voltou a ser disponibilizada a clientes, a Caixa não permite mais realizar a simulação do financiamento imobiliário pela pró-cotista em seu site. Segundo o banco, a simulação somente está disponível nas agências, já que atende a um perfil específico de clientes e os recursos são limitados.
Para Marcelo Prata, especialista em financiamento imobiliário, o banco novamente tenta passar uma mensagem otimista ao mercado de que há recursos para financiar, mas não divulga de forma clara que o crédito está disponível. "É uma linha com juros atraentes, portanto vale a pena o cliente questionar o gerente e pedir informações sobre o crédito".

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A Lei nº. 13.097/15 e as Transações Imobiliárias


A Lei 13.097/2015, publicada no último dia 19 de janeiro, trouxe uma série de alterações relevantes para o mercado imobiliário. Entre elas, particularmente por já estarem anteriormente contempladas na Medida Provisória de n. 656/2014, têm recebido atenção especial na mídia as alterações trazidas nos artigos 54 a 61 da nova lei, as quais versam sobre atos de registro e averbação nas matrículas imobiliárias.


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Há, contudo, uma alteração trazida originalmente pela Lei 13.097/2015 que, a nosso ver, merece ser, ao mesmo tempo, observada com bastante atenção por parte da doutrina e festejada pelo mercado imobiliário, justamente porque tem o potencial de otimizar de maneira expressiva as operações relacionadas à alienação de imóveis que já tenham sido previamente comercializados a adquirentes inadimplentes; uma das grandes preocupações do mercado nos últimos anos, em que o número de inadimplentes tem crescido.

Trata-se da previsão inserida no art. 62 da Lei 13.097/2015, que altera o art. 1º do Decreto Lei n. 745/1964 para permitir a extinção de pleno direito (ou seja, sem a necessidade de intervenção judicial) dos contratos de compromisso de venda e compra de imóveis caso o adquirente, que já se encontre em atraso com suas obrigações, não efetue o pagamento integral de todas as verbas em aberto, acrescidas dos juros e multas previstos em Lei e no contrato, dentro do prazo de quinze dias contados do recebimento de notificação judicial ou extrajudicial que lhe seja remetida pelo vendedor do imóvel.

Tal alteração vem em ótima hora, pois, ao se contrapor à orientação atual de nossos Tribunais (que exige a intervenção judicial para que se reconheça a extinção dos contratos de compromisso de venda e compra, mesmo nos casos de atraso de pagamento por parte do comprador), pode possibilitar, caso a nova norma seja corretamente aplicada pelos operadores do direito, na desburocratização das operações imobiliárias e viabilizar a rápida recolocação no mercado das unidades que haviam sido anteriormente alienadas a consumidores inadimplentes.

Fonte: Publicado na íntegra, de Bicalho Mollica Advogados (site do Secovi-SP - O Sindicato da Habitação)

Veja como vender seu terreno para uma incorporadora

A venda de um terreno não é feita apenas através de persuasão, mas também com o uso de argumentos racionais, muita técnica e conhecimento de dados sobre o setor (números das viabilidades internas, taxas de retorno, lucro, valor geral de venda, entre outros).

Para enumerar algumas boas razões que vão auxiliar você, profissional da área imobiliária, na sua venda, aqui vão 10 dicas importantes:

Visite o terreno, sempre ! Circular pela região onde situa a área, conhecer o quarteirão e o bairro, sentir o ambiente ao redor, a vizinhança e o comércio, descobrir as acessibilidades, e outros detalhes quanto à localização é fundamental.

Crie uma “sintonia” pessoal com os vendedores, promova uma boa apresentação pessoal, estabeleça afinidades, mostre conhecimento e domínio de seu trabalho.
Sonde como estão os preços, procure saber sobre outros terrenos similares, para obter parâmetros comparativos.

Após a etapa de sondagem, avalie de maneira mais técnica o valor de venda do terreno, se está dentro de uma normalidade ou muito acima do mercado.

Descubra o histórico do terreno, pergunte aos vendedores desde quando são proprietários, veja, por exemplo, como está à situação do inventário, quem são os herdeiros e assim por diante.
Levante informações sobre inquilinos, contratos em andamento, prazo de mudança ou mesmo sobre os próprios moradores, se têm outro imóvel para a mudança.

Organize uma prévia análise técnica de zoneamento e diretrizes, checando informações sobre a possibilidade ou não de incorporação, a documentação básica (como capa de IPTU e matrícula), e também sabendo mais na Prefeitura quanto à legislação local, normas de construção e assim por diante.

Prepare uma boa apresentação visual sobre o terreno para a incorporadora, com informações dentro de um padrão formal e profissional, incluindo aspectos como imagens de um mapa com a localização geográfica via Google e demais detalhes que atraiam o interesse, além de expor outras informações importantes que transmitam o máximo de dados técnicos e comerciais sobre a área.

Paciência: o processo natural de uma intermediação na negociação de terrenos envolve idas e vindas, e muita paciência!

Foco no fechamento! Foco no fechamento! Foco no fechamento!

A principal dica que fica é levantar cedo e buscar as oportunidades no mercado. O pensamento positivo que dará tudo certo também é fundamental!

Por: Gustavo Feola - Site: www.gustavofeola.com.br