Segundo o vice-presidente do Secovi, o mercado tende a crescer e a se recuperar. As empresas reduziram os números de lançamentos, quase em 50%, e mudanças na lei de zoneamento resultou em um custo adicional nos terrenos urbanos. “Essas unidades de antigos projetos vão acabar e os projetos novos já virão com preços corrigidos”, explica.
Nogami diz que tudo ainda depende do cenário, mas a economia dá sinais de inversão. “O preço não deve cair mais e a própria construtora diante desse possível crescimento deve postergar a venda. Para quem tem dinheiro, é uma boa hora de investir, pois tem poder de negociação e consegue uma boa compra”, explica.
Prando acredita que o segundo semestre é o momento certo para comprar um imóvel, pois, mesmo inseguras, as pessoas reconhecem que ouve uma parada no mercado imobiliário. “Quando a taxa de juro começar a cair, teremos uma avalanche de dinheiro indo para a compra de imóveis, que deve gerar a redução de ofertas em 2017”, diz o vice-presidente da Secovi.
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