3/4 Itaigara Pronto para morar

Excelente apartamento em torre única, 03Q, suíte, andar alto, vista mar, 01 vaga coberta, dependência completa, teto rebaixado de gesso, armários embutidos, ar condicionado nos 03 quartos, infraestrutura completa.

Condomínio Veneza - Apt. 2/4

Apartamento com localização estratégica perto da rótula do abacaxi. Piso em porcelanato, bancada em granito nos banheiros social e suíte, bancada americana na sala, armários na cozinha e banheiros, medição individual de gás e água, infraestrutura completa, 01 vaga de garagem coberta, andar alto, super ventilado. Aluguel com taxas de condomínio e IPTU incluídas

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

3 valiosas dicas para apresentar o Preço do Imóvel ao cliente

Quando se trata de apresentação e negociação de imóveis existem diversos fatores que influenciam no processo de decisão de compra do cliente, mas sem dúvida que o mais determinante deles é, invariavelmente, o preço do imóvel. E justamente por isso que de nada adianta o corretor de imóveis fazer um excelente atendimento, ofertar um incrível imóvel e despertar o desejo de compra do cliente para depois pecar na hora de apresentar o preço – e assim pôr o negócio a perder.
Neste ponto, portanto, é onde o corretor precisa lançar mão de uma série de recursos para garantir que o preço do imóvel seja percebido de maneira positiva pelo cliente, o que aqui inclui toda uma cuidadosa preparação e até mesmo um certo condicionamento da situação. Ou seja, é preciso fazer com que o preço seja visto como uma vantagem para o cliente potencial, pois do contrário só resta ao corretor de imóveis reduzir sua margem de lucro para conseguir fechar negócio!
A seguir 3 valiosas dicas para apresentar o preço do imóvel ao cliente e assim nunca mais precisar depender de desconto para vender.

Dica #1: Apresente o preço do imóvel com autoconfiança

Corretor de imóveis, responda de bate-pronto: o imóvel que você vende é realmente um bom negócio? Você confia na construtora/imobiliária que o representa? E sobretudo, você confia em si mesmo? Se você honestamente se saiu bem neste desafio relâmpago, parabéns! Você está entre os corretores à frente que sabem valorizar a si mesmos e a seus imóveis. Pois sejamos francos, existem muitos corretores que cometem graves falhas neste momento – tanto antes quanto depois de apresentar o preço para o cliente.
Por exemplo, antes de apresentar o preço do imóvel muitos corretores costumam usar frases como: “O senhor está preparado?”, “Posso falar mesmo?”, “O nosso imóvel não é o mais barato, mas…”, “O nosso preço de tabela é…” – mostrando que no fundo não acreditam no preço por estes atos falhos. Ou o que é pior ainda, depois de apresentarem o preço ficam justificando o mesmo: “O imóvel custa isso por que…”, “Se o senhor pagar à vista eu lhe consigo um desconto!”, “Se o senhor for comprar mesmo eu lhe consigo mais um desconto com o gerente!”. O problema nestes casos é que o cliente começa a ficar em dúvida se o corretor realmente tem convicção pelo que está falando e vendendo – e/ou por tudo que foi apresentado e negociado até este momento.
Deste modo a apresentação do preço do imóvel precisa ser contextualizada de tal maneira que o cliente conclua que está falando com um corretor que realmente conhece o valor do imóvel ofertado e também o seu próprio valor. E para que este reconhecimento automaticamente aconteça o que o corretor de imóveis precisa fazer é sempre reforçar a sua própria autoridade. Isto é, todo o show dado na apresentação e negociação do imóvel sintetizado em confiança – o que inclui demonstrar que entende de tendências no mercado imobiliário, que conhece a opinião dos mais diversos especialistas no setor e que tem parâmetros realistas sobre o valor dos empreendimentos. Pois só quando tudo isto está na ponta da língua e/ou consolidado na consciência é que então o corretor consegue apresentar o preço do imóvel com verdadeira confiança.

Dica #2: Apresente o preço do imóvel com estratégia

Por mais indispensável que seja a autoconfiança do corretor na apresentação do preço do imóvel, por si só ela não é o bastante para garantir que o cliente aceite a oferta e que o negócio seja fechado. Isto pois existe ainda outras variáveis que influenciam na aceitação do preço dentro do processo de decisão de compra, tais como fatores psicológicos, culturais, sociais e pessoais.
Só para citar alguns exemplos: às vezes o cliente rapidamente entende o preço do imóvel, mas por razões culturais ele precisa ganhar alguma vantagem extra para acreditar que está fazendo um bom negócio; noutras vezes são os fatores psicológicos, onde o cliente necessita entender pontualmente os detalhes da proposta para se sentir esperto e dono do processo de compra; e há ainda casos com a influência de questões pessoais, onde pelo contrário, o cliente já entendeu o valor da oferta, mas ainda assim fica “se fazendo de bobo” para tirar mais vantagens.
Deste modo o corretor precisa ser ainda mais sagaz para entender o comportamento dos clientes – das suas manias às suas malandragens – e, portanto, é aí que precisa lançar mão de estratégias complementares para apresentar o preço do imóvel, dentre as quais:
  • Apresente o preço do imóvel por último:

    Informar o preço apenas no final do processo de apresentação/negociação aumenta drasticamente as chances de aceitação da oferta, pois com isto já deu tempo de o cliente absorver toda a argumentação do corretor, entender o valor do imóvel e estar pronto para pagar o preço merecido pelo fechamento do negócio. Ao que quando ocorre o contrário, o preço é apresentado já no início, este costuma parecer caro, pois os benefícios do negócio ainda não estão claros e deste modo o preço vira um custo e não um investimento na visão do cliente. Portanto condicione a situação ao máximo para apresentar o preço somente no final;
  • Apresente uma vantagem junto ao preço do imóvel:

    Embora todas as vantagens e benefícios do imóvel sejam idealmente reveladas ainda durante o processo de apresentação e negociação e igualmente seja ideal apresentar o preço do imóvel sem precisar justifica-lo, a exceção que cabe aqui para muitos casos é guardar uma vantagem extra para apresentar junto com o preço e/ou repassar os principais benefícios já argumentados agora na entrega da proposta. Por que fazer isto? Simplesmente por entender os fatores culturais. No Brasil por exemplo há uma cultura onde é sempre um prazer levar vantagem nas negociações. E sabendo disso leva vantagem mesmo o corretor que já se prepara para tal situação, ou seja, dar o que o cliente quer;
  • Apresente o preço do imóvel com precisão:

    Via de regra o preço dos imóveis são tabelados, o que já inclui a parte da construtora/imobiliária e a parte do corretor de imóveis – cabendo ao gerente e/ou ao próprio corretor saber até onde pode flexionar tal preço. Porém o que acaba acontecendo muitas vezes com isso é que o corretor de imóveis define valores “redondos” por acreditar que assim estes ficam mais palatáveis – o que é um grande engano. Isto simplesmente por que preços “redondos” são mais suscetíveis à pechinchas. Por exemplo, imagine o quão tentador é o desconto para um imóvel que custe R$ 400.000,00. Agora já um imóvel que custe R$ 395.450,00 dificulta muito a pechincha. Isto pois um preço preciso passa a impressão de que a sua elaboração foi resultado de cálculos rigorosos e que não podem ser discutidos.

Dica #3: Apresente uma proposta de valor e não de preço

O grande segredo de toda apresentação e negociação de imóveis é sempre negociar valor e nunca preço. Isto pode até parecer uma mera questão semântica, mas não é. Negociar valor é entender exatamente aquilo que é importante para o cliente na aquisição de um imóvel e mostrar o que este imóvel tem de melhor conforme a visão do cliente, ou seja, valor agregado percebido. Negociar preço é, ao contrário, cair na vala comum de commodities e lidar com pechinchas, descontos e competição por preço.
Assim o que você, corretor de imóveis à frente, precisa fazer é sempre apresentar uma proposta de valor e nunca de preço. Isto é, certificar-se de que até o momento da entrega da proposta o cliente já teve suas necessidades e desejos entendidos e atendidos, já ouviu toda a sua argumentação sobre as vantagens e os benefícios do imóvel, já criou o desejo de compra e de alguma forma já está disposto a pagar o preço merecido por todo o valor agregado apresentado e percebido. Assim, quando já há esta sintonia estabelecida a conversa se torna sobre valor, ao que o preço vira um mero detalhe.
Portanto apresente valor, agregue valor, negocie valor. E se por quaisquer motivos o cliente tentar negociar preço, fuja de uma discussão assim e volte a bater na tecla do valor. Pois este é o melhor caminho para fazer um bom negócio.

Dica #bônus: Observe as reações do cliente ao saber do preço

Depois que você apresentar a proposta de preço do imóvel – valor – o cliente muito provavelmente fará as suas objeções. Seja por esporte ou por sinceridade, uma objeção é sempre uma oportunidade de o corretor explicar algo que o cliente ainda não entendeu. Em todo caso a valiosa dica aqui é analisar atentamente as reações do cliente para entender exatamente o significado de suas consequentes objeções – afinal como já comentamos aqui os clientes costumam pensar de um jeito, falar de outro e agir de outro ainda!
Portanto observe as reações do cliente para melhor isolar e lidar com as suas objeções. Falaremos mais sobre este tema nos próximos posts, fique ligado.
Fonte: https://rankim.com.br/blog/

sábado, 21 de março de 2015

Evento gratuito dá dicas sobre a compra de imóveis

size_810_16_9_casa-miniatura-moedas

São Paulo - A Academia do Dinheiro, consultoria especializada em educação financeira, realiza entre os dias 23 e 27 deste mês ( mar/2015 ) um simpósio online gratuito que esclarece dúvidas sobre compra, venda e aluguel de imóveis.

Durante o período, serão transmitidas palestras de advogados, consultores financeiros e outros especialistas que irão abordar temas como bolha imobiliária, vantagens e desvantagens de comprar um apartamento na planta e como organizar o orçamento antes de realizar um financiamento imobiliário.

As apresentações também pretendem mostrar como é possível investir em imóveis com pouco dinheiro, como obter o valor cobrado por taxas indevidas durante a compra e venda da unidade e de que forma pode ser avaliado o preço justo de uma casa ou apartamento.

O ciclo de palestras será transmitido pelo site do evento, no qual é possível consultar a programação e os horários de cada apresentação. Para participar, é necessário realizar a inscrição online.

As palestras ao vivo poderão ser acessadas sem qualquer custo. No entanto, consultas feitas após o término de cada apresentação serão cobradas pelos organizadores.

Fonte:http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/evento-gratuito-da-dicas-sobre-a-compra-de-imoveis

Dicas de reformas de imóvel

Instalações como iluminação, tetos de gesso e pisos são investimentos recomendáveis para quem quer comprar um imóvel pensando em vendê-lo rapidamente.

Interior Design

Como são mudanças básicas, os apartamentos comprados na planta, por exemplo, permitem uma ou outra alteração que adiciona valor ao imóvel e causa boa impressão. “Porcelanatos são uma boa opção. Agradam a todos os gostos, quando usados em tom neutro, principalmente na sala.”, diz a designer de interiores Isabella Estrela.

Para aqueles que pretendem morar em até cinco anos no imóvel novo não deve mudar muito. Segundo a arquiteta, o ideal é investir em móveis soltos e planejados, para não perder dinheiro, já que poderá leva-lo depois. Se o apartamento for comprado na planta com a intenção de revenda, não é aconselhável mexer na arquitetura original.

Há quem invista na compra de imóveis em condições ruins, mais abaixo do valor de mercado, para esses casos a reforma é indicada, porém, sem muitos gastos. Pois, a valorização vai de 20% a 50%. Por exemplo, um imóvel comprado por cem mil reais, em que são gastos R$10 mil na reforma, pode ser revendido por R$140 mil.

Segundo Isabella Estrela, não vale a pena quebrar e transformar ambientes, como perder um quarto e transformá-lo em sala e integrar cozinha e sala, tem gente que não gosta, podendo dificultar na hora da venda. Trocar o revestimento e pintar as paredes não aumenta o valor do imóvel, além de ser muito pessoal. “Trocar acabamentos metálicos e louças são gastos sem retorno”, finaliza a arquiteta. Mais informações: contato@isabellaestrela.com

fonte:http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=167642&Categoria=EMPRESAS

quinta-feira, 19 de março de 2015

Não seja um corretor abacaxi

 

corretor

Em 1970, Bruce Henderson desenvolveu a Matriz BCG para a empresa de consultoria empresarial dos Estados Unidos, Boston Consulting Group. Trata- se de uma análise gráfica que permite a classificação de produtos, empresas e profissionais conforme o desempenho no mercado. Trazendo essa teoria para o mercado imobiliário, pode-se notar que a matriz gira em torno de duas diretrizes principais: a participação relativa do corretor de imóveis no mercado imobiliário (em azul) e o crescimento do setor imobiliário (em vermelho).

A seguir, na parte interna do gráfico é possível notar quatro referenciais representados pelos ícones: estrela, interrogação, vaca leiteira e abacaxi. Cada ícone possui um significado de acordo com a participação no mercado e o crescimento do setor. Por exemplo:

Estrela: é uma metáfora relacionada ao alto faturamento e a ampliação de participação de mercado. Ou seja, o corretor de imóveis está vendendo muitos imóveis e o mercado imobiliário está em crescimento.

Interrogação: refere-se aos profissionais que estão em um mercado em crescimento, porém, ainda não possuem expressiva participação. É o caso dos corretores que não estavam vendendo mesmo com o “boom imobiliário”.

Vaca leiteira: são os corretores líderes em vendas mesmo quando o mercado imobiliário não apresenta números positivos.

Abacaxi: é nomeado assim o profissional com pouco faturamento e que está num setor com baixa taxa de crescimento.

Após apresentar estes conceitos, é possível tirar algumas conclusões: a) o setor imobiliário está estável no país, desta forma é impossível algum corretor atingir o nível estrela. Nos anos do “boom”, muitos profissionais conquistaram essa classificação; b) hoje, um bom corretor de imóveis é uma vaca leiteira, pois consegue bons resultados mesmo num mercado desfavorável; c) ser um abacaxi é uma triste, porém, presente realidade, nesse caso o corretor tende a mudar de carreira ou modificar seus métodos de trabalho.

William Cruz – Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal de imóveis em Porto Alegre| guiaimoveisportoalegre.com, presente em mais de 260 cidades do Brasil.

Leia Mais: http://www.portaisimobiliarios.com.br/blog/nao-seja-um-corretor-abacaxi/#ixzz3UpwLWU2e

Falso corretor, o “vírus” do mercado imobiliário

 

mercado imobiliário

Um homem foi preso no dia 1º de março, no Rio de Janeiro, depois de cometer 59 crimes relacionados ao mercado imobiliário. O criminoso atuava ilegalmente como corretor de imóveis para aplicar golpes em clientes. O falso corretor atacava principalmente turistas e foi considerado um “virus” no mercado imobiliário.

O golpe era aplicado da seguinte maneira: o golpista fazia um contrato de locação e exigia que o pagamento fosse antecipado. Como as vítimas precisavam fazer o processo à distância, depositavam parte ou o total da quantia exigida por ele e, ao chegar no Rio de Janeiro, descobriam que não havia local nenhum para hospedagem. Geralmente, as pessoas que eram enganadas procuravam por aluguel de temporada na praia de Copacabana.

A polícia encontrou 59 registros de golpes cometidos por ele, o homem responderá pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e exercício ilegal da profissão. Infelizmente, ações desse estilo não são raros e são encontradas em todo o Brasil. Em fevereiro, outro falso corretor causou um prejuízo num total de R$100 mil em 11 moradores da cidade de Franca em São Paulo.

Em São Paulo, dois corretores foram afastados da imobiliária onde atuavam por terem assediado, durante vários dias, uma publicitária que trabalhava na mesma rua que eles. Essas e outras notícias negativas prejudicam a imagem do corretor de imóveis perante a sociedade.

Felizmente, não houve impunidade em nenhum dos casos denunciados. Contudo, o combate aos falsos corretores é algo permanente e você, corretor de imóveis profissional, tem papel decisivo nessa questão, denuncie os suspeitos no Creci mais próximo e, dependendo da gravidade do crime, procure diretamente a polícia. Todos os profissionais são responsáveis em passar uma imagem de seriedade da profissão.

William Cruz – Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal de imóveis em Guaratuba| imoveisguaratuba.com, presente em mais de 260 cidades do Brasil.

Leia Mais: http://www.portaisimobiliarios.com.br/blog/falso-corretor-o-virus-mercado-imobiliario/#ixzz3UpupG4yj

quarta-feira, 18 de março de 2015

Com setor desaquecido, preço dos imóveis cai em São José dos Campos

Cidade tem 5.400 imóveis novos disponíveis para venda e locação.
Empreendimentos devem sofrer queda no próximo ano.

O setor imobiliário de São José dos Campos está desaquecido. Estão sobrando ofertas de imóveis e faltando compradores. Um levantamento da Associação das Empresas Imobiliárias do Vale do Paraíba e Litoral Norte (Asseivap) mostra que atualmente São José dos Campos tem 5.400 unidades recém entregues ou em obras disponíveis para venda e locação, isso sem contar as mais antigas.

Este ano, as construtoras devem lançar 18 empreendimentos em São José dos Campos. Em 2016, a expectativa de lançamentos deve cair para 15. Para tentar fugir dessa má fase, proprietários, imobiliárias e construtoras estão dando descontos para garantir vendas.

A casa do aposentado Jessé Gonzaga está à venda há 8 meses. Ele começou pedindo R$ 480 mil pelo sobrado de 150 metros quadrados, mas sem muitos interessados, ele teve que baixar o preço. Ele tem pressa para fechar o negócio. “Como eu preciso vender com urgência, tive que baratear o preço”, disse o proprietário.

Preço dos imóveis cai em São José dos Campos. (Foto: Reprodução / TV Vanguarda)Preço dos imóveis cai em São José dos Campos.
(Foto: Reprodução / TV Vanguarda)

A queda no valor dos imóveis pode ser constada nas diversas regiões da cidade. Uma casa no bairro Urbanova, por exemplo, custava R$ 950 mil e agora a oferta é de R$ 870 mil. Outro imóvel no Bosque dos Eucaliptos teve uma redução de R$ 57 mil, de R$ 480 mil está sendo vendido por R$ 423 mil.  Outra casa no bairro dos Freitas o desconto é ainda maior: de R$ 900 mil está sendo ofertada por R$ 650 mil – R$ 250 mil a menos – e segundo o corretor, o preço pode baixar ainda mais.

“Dá pra negociar, principalmente nos imóveis cujo valor é muito alto, o desconto pode ser ainda maior. A ajuda de um profissional pode ajudar o consumidor a identificar o real valor do imóvel por metro quadrado na região de interesse”, afirmou o corretor Ezequias Farjado.

A queda nos preços indicaria que esta seria uma boa hora para investir em um imóvel, mas essa conta não seria tão simples de ser feita. Outros fatores negativos precisam ser levados em consideração. A economia do país não anda bem, os juros para financiamentos subiram e poucos querem arriscar. “Podemos dizer que o mercado estava especulador agora está mais realista”, explicou o economista Guaraci de Moraes.

O vice-presidente da Asseivap, Marcos Vasconcelos,  disse ainda que o momento é bom para quem tem dinheiro para comprar um imóvel a vista ou dar uma boa entrada. “Quem puder fazer uma compra dando preferência a usar recursos como o fundo de garantia é melhor. O consumidor deve tomar muito cuidados com o valor das parcelas”.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2015/03/com-setor-desaquecido-preco-dos-imoveis-cai-em-sao-jose-dos-campos.html

ACM Neto anuncia programa que vai reformar habitações

O prefeito ACM Neto entregou na manhã de hoje 500 títulos de posse de terreno no Bairro da Paz, dentro do programa de regularização fundiária Casa Legal, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil (Sindec). A cerimônia de entrega aconteceu na Escola Municipal Nova do Bairro da Paz, na Rua Nelson Mandela, e também contou com as presenças da vice-prefeita Célia Sacramento, do secretário da Sindec, Paulo Fontana, do deputado federal José Carlos Aleluia, dos vereadores Alemão e Kátia Alves, entre outras autoridades.

A escola ficou lotada de moradores para receber os títulos. A partir do recebimento do documento, que oferece as garantias necessárias às famílias que possuem imóveis na localidade mas não tinham nenhuma comprovação da posse do terreno, os beneficiados precisam se dirigir Cartório do 7º Ofício de Registro de Imóveis, que fica na Avenida Magalhães Neto, número 1550, na Pituba, para validar o título, sem precisar pagar nenhuma taxa. 

Em seu discurso, ACM Neto lembrou que assumiu o compromisso de beneficiar a localidade com um amplo programa de regularização fundiária ainda na campanha de 2012. "Naquela ocasião, muita gente aqui, alimentada por boatos, acreditava que eu iria tirar vocês do Bairro da Paz para beneficiar empreendimentos. Agora, já são três mil títulos entregues apenas aqui e estamos beneficiando o Bairro da Paz com uma série de outras realizações em diversas áreas, a exemplo da saúde e da infraestrutura urbana". 

Na solenidade, ACM Neto também assinou as ordens de serviço para a urbanização das ruas 29 de Março e Salvador da Pátria, que ficam na localidade. As obras já começam na próxima semana. A entrega dos títulos e as assinaturas das ordens de serviço fazem parte da programação do aniversário de 466 anos de Salvador. Novas entregas, anúncios e início de obras vão acontecer até o dia 29 de março, data do aniversário. 

Reforma de casas -  O prefeito ACM Neto aproveitou a solenidade no Bairro da Paz para anunciar o lançamento de um grande programa habitacional do município que vai reformar mais de 100 mil moradias na cidade. "Vamos dar condições da Prefeitura investir diretamente na casa de vocês. Ainda temos imóveis na cidade sem banheiro, com problemas no telhado ou precisando do reboco e da pintura. Além disso, temos casas com pessoas com deficiência que não possuem acessibilidade. O programa será dividido em fases e a escolha dos imóveis será feita com base em critérios técnicos. O Bairro da Paz estará entre as localidades beneficiadasda primeira etapa", antecipou Neto. 

O programa vai, de certa forma, complementar o Casa Legal, que já beneficiou cerca de 15 mil famílias em vários pontos de Salvador. Para participar do Casa Legal, é necessário atender a alguns pré-requisitos, como ter renda familiar de zero a seis salários mínimos, morar em terreno com até 250m² e que seja de propriedade do município

Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2015/03/14/Bahia/ACM-Neto-anuncia-programa-que-vai-reformar-habitacoes.shtml

DICAS PARA COMPRAR UM IMÓVEL USADO

 

1 – Se você decidiu adquirir um imóvel, o primeiro passo é definir a região onde pretende
morar. A dica também vale se a compra é apenas para investimento, pois a área escolhida pode influenciar na valorização ou desvalorização do bem.

2 – Estabeleça o que é imprescindível para você, coisas das quais você não abre mão: se uma casa ou apartamento, a metragem ideal, número de vagas de garagem, varanda, silêncio ao redor, quintal, área de lazer. Calcule ainda quanto pode e pretende gastar, e, se escolher um condomínio, leve em conta as taxas comuns aos moradores.

3 – Calcule com cautela tudo o que você deve gastar para não ter surpresas. Se você pretende usar um financiamento, lembre-se que quanto menor a quantia e o número de
prestações, menores serão também os gastos com juros, que variam de banco para banco.

No Canal do Corretor, neste site, você encontra os simuladores de financiamento das principais instituições bancárias.

4 – Além desses gastos, não se esqueça de considerar o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), pago pelo comprador – cerca de 2% do valor de mercado do imóvel, no município do Rio de Janeiro (mais informações no site da prefeitura : www.rio.rj.gov.br/smf).

5 – Unir satisfação, custo e qualidade não é uma tarefa fácil. Por isso, é importante que você determine as suas verdadeiras necessidades, sua disponibilidade financeira e suas expectativas. Comprar um imóvel requer muita pesquisa. O corretor de imóveis é o profissional gabarito para tornar essa procura menos árdua, ajudando a transformar seu sonho em realidade.

6 – Converse com o corretor, explicando o que você quer e espera do novo imóvel. Peça que ele só marque uma visita se a casa ou apartamento atender a suas necessidades.

7 – Quando se interessar por algum imóvel, analise, antes de mais nada, a localização. Ande pelas redondezas e se informe sobre a infraestrutura da região e os serviços oferecidos, como supermercados, padarias, farmácias, bancos. Verifique as linhas de ônibus locais ou a proximidade do metrô, e quanto tempo você vai levar para o trabalho e a escola dos filhos. O novo imóvel precisa facilitar a vida da família e não causar transtornos.

8 – Procure conhecer os estabelecimentos que existem no entorno, como uma escola de samba ou um clube movimentado, e o quanto eles podem interferir na sua tranquilidade.
Informe-se também se há feira livre algum dia da semana na rua e converse com os moradores sobre a ocorrência de enchentes. São precauções que evitam problemas e arrependimentos futuros.

9 – Visite a área próxima e também o imóvel de dia e de noite. Faça isso quantas vezes julgar necessário até se sentir seguro.

10 – Procure observar as condições do encanamento e rede elétrica, a ventilação e iluminação dos ambientes, a incidência do sol, a conservação do teto, do telhado, das paredes e do piso – veja se há rachaduras, vazamentos ou mofo. Se possível, vá acompanhado de alguém que possa ajudá-lo nessas avaliações.

11 – Se o imóvel escolhido for uma casa ou apartamento térreo, analise em especial a questão de segurança. A existência de terrenos baldios e estabelecimentos comerciais
próximos deve ser bem avaliada, assim como a iluminação na rua.

12 – Verifique se há vagas na garagem e a possibilidade de alugar outra, se for preciso. Consulte também o valor do condomínio, em caso de apartamentos ou casas de vila. Veja como é feito o rateio das contas – água, luz, tevê a cabo, etc.- e se a renda familiar é compatível com os gastos fixos da moradia.

13 – Lembre-se: o ideal é que o gasto para compra mediante o pagamento de prestações não ultrapasse 25% do orçamento doméstico ou da renda familiar.

14 – Pergunte ao corretor se o proprietário do imóvel está aberto a propostas. Na hora de fazer a sua, se coloque no lugar dele e evite reduções absurdas do valor pedido, o que deveria causar até estranheza se aceitas. Certifique-se do que está ou não incluído, conversando abertamente sobre isso. Exija respostas claras e precisas e não fique constrangido de perguntar de novo, caso continue com dúvidas.

15 – Compra decidida, é hora de verificar a documentação do imóvel e do proprietário, e aqui toda atenção é pouca. Veja as solicitações e investigações que você deve fazer:

  • Certidão Vintenária com negativa de ônus atualizada. É fornecida pelo Cartório de Registro de Imóveis e traz a história do imóvel nos últimos 20 anos, revelando sua titularidade e qualquer possível complicação, como hipoteca ou pendência judicial.
  • Certidões negativas dos cartórios de protesto da cidade onde o proprietário reside.
  • Certidões negativas de débito relativo ao IPTU. Certifique-se de que a metragem constante da escritura seja a mesma descrita no carnê.
  • Certidões dos distribuidores cível, criminal e federal do vendedor.
  • Se existir financiamento do bem, verifique as condições de liberação ou transferência.
  • Informe-se sobre a existência de projeto de desapropriação para a área.
  • Declaração negativa de débito ao síndico do condomínio.
  • Peça declaração de não condição de empregador e de que não se acha abrangido pelas restrições da Lei Orgânica da Previdência Social e do Funrural nos imóveis urbanos (pessoa física).

16 – Normalmente, o proprietário é quem deve apresentar esses documentos, que têm custos. Fique atento porque a falta de informações pode comprometer a segurança do negócio.

17 – Não havendo impedimentos, faça um contrato de promessa de compra e venda. Mas lembre-se: este é apenas um documento que firma a intenção de compra. Qualquer sinal dado vale como parte do pagamento. As partes podem estabelecer na proposta o direito de arrependimento. Se a desistência for do comprador, ele perde o sinal dado; se for do vendedor, ele deve devolver o sinal em dobro.

18 – Leia atentamente o contrato. Risque todos os espaços em branco e assine todas as páginas. Ele deve ser datado e assinado na presença de testemunhas qualificadas e do vendedor. Exija uma via do contrato original, reconhecendo firmas de todas as assinaturas.

19 – Em caso de dúvidas, peça esclarecimentos ao corretor ou ao proprietário do imóvel. Se necessário, consulte um advogado especializado ou um órgão de defesa do consumidor.

20 – O contrato deve conter os seus dados pessoais e os do proprietário, a descrição e o valor total do imóvel, a forma e o local de pagamento, o índice e a periodicidade de reajuste (anual, segundo a legislação em vigor), as penalidades no atraso de pagamento de parcelas, o valor do sinal antecipado, a existência de financiamento e todas as condições prometidas pelo vendedor, especialmente a data da escritura. Verifique as condições previstas para a eventual rescisão.

21 – No caso de financiamento, observe se há cláusula de rescisão do contrato, caso você não consiga a liberação do crédito.

22 – Ao quitar a dívida, solicite a lavratura da escritura definitiva e providencie, em seguida, seu registro no Cartório de Registro de Imóveis.

23 – Vale lembrar que a compra e venda de imóvel entre particulares é regulada pelo Código Civil. Não se caracteriza como relação de consumo, nos termos do Código de Defesa do Consumidor.

Visite o sitewww.sm22.com.br e encontre um imóvel ideal para a sua necessidade e desejo.

___________________________________________________________

Fonte:http://creci-rj.gov.br/comprar-alugar-com-seguranca/usados/

Como comprar um imóvel de luxo gastando apenas R$ 200 mil

 

size_810_16_9_casa-sauipe
Divulgação Quintas Private / Márcio Lima

Casa do Quintas Private Residences: Fração do imóvel custa cerca de R$ 200 mil

exame-title

São Paulo - Que tal ser dono da casa na praia dos seus sonhos gastando apenas 200 mil reais? Pode parecer mais um spam, mas na verdade essa é a proposta de um modelo de compra ainda pouco conhecido no Brasil, a posse fracionada.

Basicamente, ele funciona da seguinte forma: diferentes compradores adquirem uma fração de um bem dividindo sua posse e o direito de uso.

Presente no mercado europeu e americano há mais de 20 anos, no Brasil a compra fracionada é mais difundida entre bens de luxo como helicópteros, jatinhos e iates, mas está começando a ser desbravada pelo mercado de propriedades de veraneio.

Os principais chamarizes da posse fracionada são: a chance de ser dono de um bem que você não seria capaz de pagar sozinho e a possibilidade de pagar pelo imóvel um valor compatível ao uso que você faria, sem pagar o preço cheio por um imóvel que será usado poucas vezes ao ano.

“São imóveis voltados a compradores de alto padrão que gostariam de ter uma casa de veraneio, mas sabendo que não vão usá-la nos 12 meses do ano, e se muito em 15 dias de férias, em vez de gastar 3 ou 4 milhões de reais para usar a casa por um mês, compartilham o imóvel para imobilizar menos capital”, comenta Alex Strotbek, consultor especializado em novos negócios no mercado imobiliário.

Exemplo real

Um dos exemplos de empreendimento que já oferece a posse fracionada no Brasil é o Quintas Private Residences, da Odebrecht Realizações Imobiliárias, localizado em Sauípe, na Bahia.

Conforme explica Franklin Mira, diretor de marketing e comercial da Odebrecht Realizações Imobiliárias, as casas são divididas por 12 proprietários que podem usar o imóvel por quatro semanas a cada ano.

E os imóveis seguem um padrão: possuem cerca de 400 metros quadrados; já vêm mobiliados (até roupa de cama é incluída); custam aproximadamente 2 milhões de reais; e as frações são vendidas por cerca de 200 mil reais, sendo que é possível comprar mais de uma fração da mesma casa.

Mas, já que a casa só pode ser usada por um mês, então por que não fazer o aluguel por temporada? “O aluguel diário de uma casa no Quintas Residence chega custar 2.500 reais, seriam 75 mil reais em um mês de aluguel. Em três anos o custo do aluguel já cobriria o que foi pago pela fração, então vale mais a pena comprar”, argumenta Mira.

Apesar do custo de aquisição ser baixo, dependendo das regras de uso, o proprietário pode ter de pagar uma taxa mensal de manutenção por 12 meses, mesmo utilizando a casa em apenas um deles.

No caso do Quintas Residence, os proprietários pagam uma taxa mensal de 750 reais (o equivalente a 9 mil reais por ano) à empresa responsável pela manutenção das casas, a Nobile Hotéis.

Ela é encarregada não só pelos serviços de condomínio, como pela faxina e conservação da casa, realizando, por exemplo, eventuais reposições de móveis ou tomando medidas cabíveis caso um dos donos faça mau uso do imóvel.

Como o custo anual de 9 mil reais não é de se ignorar, é importante incluir essa despesa na conta na hora de avaliar os prós e contras da compra fracionada.

Para o empresário paulistano Ricardo Rui de Carvalho Reis, dono de uma fração de uma das casas do Quintas Residence, a taxa de 750 reais não incomoda.

“É o custo do conforto, de ter preocupação zero com uma casa com piscineiro, jardineiro, etc. Eu poderia comprar uma casa menor no litoral de São Paulo, mas estaria fadado a usar sempre a mesma casa e me preocuparia com problemas de manutenção, mas, no meu caso, quando eu chego a casa está perfeita", comenta o proprietário. Rodízio

No sistema de posse fracionada, os proprietários fazem um rodízio de uso de forma que a casa seja revezada durante os períodos de alta temporada.

Franklin Mira explica que no Quintas Residence existe uma escala de prioridade: em um ano um proprietário pode ter prioridade um na escala, usando a casa na virada do ano, por exemplo, mas no ano seguinte ele volta ao fim da fila. A organização desse rodízio fica a cargo da Odebrecht.

Esse é outro ponto importante a se avaliar: considerando que o imóvel pode ter 12 donos, cada proprietário pode conseguir passar o Réveillon na casa apenas uma vez a cada 12 anos.

Sistema de intercâmbio

Apesar da impossibilidade de usar a casa a qualquer momento, se o seu período de uso não interessar, no Quintas Residence o proprietário pode abrir mão de passar férias na sua casa para passar um período em outras casas ou até mesmo em hotéis.

Esse intercâmbio é gerenciado por uma empresa terceirizada que é especializada em turismo, a RCI. “É uma empresa que está presente em 180 destinos no mundo, então se o proprietário não quiser passar as quatro semanas em Sauípe, ele pode depositar duas semanas na RCI e fazer um intercâmbio”, diz Franklin Mira.

As opções incluem desde resorts no Caribe, arranha-céus em Dubai, praias na Tailândia até hotéis em Orlando ou em Miami.

Essa possibilidade de intercâmbio foi um dos pontos que motivou o empresário Ricardo Reis a comprar sua fração.

“Eu vi que seria financeiramente vantajoso e eu venho de fato economizando dinheiro, seja ficando na casa em Sauípe ou em outros destinos da RCI. Por dois anos seguidos eu e minha família depositamos a semana de uso da casa em Sauípe, fomos para Orlando e ficamos em hotéis da Disney, primeiro no Old Key West e depois no Saratoga Springs”, conta Reis.

Diferenças importantes em relação à posse comum

Não existe uma lei que enquadre a modalidade de compra fracionada de imóveis na legislação que regulamenta a compra convencional de imóveis. Assim sendo, a compra das frações pode ser feita por diferentes tipos de contrato.

No caso da Odebrecht, a compra é feita por meio de um contrato de concessão real de direito de uso, previsto pelo artigo 1.255 do Código Civil.

O contrato prevê a concessão de uso da propriedade por 100 anos. Durante esse período, o proprietário de uma fração pode transmiti-la por herança, vendê-la ou ainda alugá-la e precisa declará-la no seu imposto de renda, assim como outro imóvel qualquer.

O uso limitado, mesmo que em um período longo, como 100 anos, é outro ponto de atenção, uma vez que, se o proprietário ficar com o imóvel por cinco anos e quiser vendê-lo, ele será vendido com o direito de uso de 95 anos, perdendo 5% do prazo de uso.

"Por esse motivo, teoricamente a fração deveria perder valor. No entanto, se houver valorização de mercado e dependendo da conservação da propriedade feita pela administradora, ele pode se valorizar por outros motivos, compensando o menor tempo de uso”, diz o consultor Alex Strotbek.

Ao comprar uma fração também é preciso redobrar a atenção aos detalhes do contrato que define as regras de uso compartilhado do imóvel.

“Ao comprar um apartamento normal, via de regra, a escritura tem uma cláusula que obriga o proprietário a respeitar a convenção de condômino. É uma parte integrante do instrumento de compra. A propriedade fracionada deve ter um instrumento vinculado ao uso que segue a mesma ideia”, diz Strotbek.

Ele também alerta que é comum que novos modelos de negócio - como foi o caso do investimento em unidades hoteleiras -, atraiam empresários que desejam se aventurar, mas que ainda não têm experiência prática no modelo. Como resultado, são realizados contratos falhos que podem gerar problemas para os investidores.

“É muito importante que o comprador saiba com quem está fazendo negócio, se informando sobre a empresa com a qual será realizado o contrato de compra. Se ela tiver tradição de mercado, o negócio com certeza será mais seguro”, diz o consultor imobiliário.

 

size_810_16_9_imovel-sauipe (1)
Divulgação Quintas Private / Márcio Lima

Casa do Quintas Private Residences: Fração do imóvel custa cerca de R$ 200 mil

 

size_810_16_9_vista-quintas-private-sauipe
Divulgação Quintas Private / Márcio Lima

Casa do Quintas Private Residences: Fração do imóvel custa cerca de R$ 200 mil

Fonte:http://casa.abril.com.br/materia/como-comprar-um-imovel-de-luxo-gastando-apenas-r-200-mil

segunda-feira, 16 de março de 2015

Projeto arquitetônico pode valorizar o imóvel?

Quer dobrar o preço do seu imóvel? Veja como um projeto arquitetônico bem feito pode valorizá-lo na hora da venda.

Por Mariana Cremonesi

Seja em um prédio, em uma casa ou até mesmo em uma sala comercial, um projeto arquitetônico bem feito salta os olhos. E se o seu objetivo é vender um imóvel, saiba que o projeto de arquitetura bem estruturado pode valorizar e até dobrar o preço de venda.Veja como:

fotoarquitetura-890x395_cTodo mundo pensa que contratar um arquiteto ou engenheiro sai muito caro, que é um desperdício de dinheiro e que não vale a pena. Mas pelo contrário, o preço de um projeto de arquitetura varia de 5% a 12% do valor total da obra e dobrar o preço de venda do seu imóvel. E existem alguns tipos de cobrança, alguns profissionais cobram por metro quadrado, por horas trabalhadas ou por projeto.


Se você quer vender ou comprar um imóvel visite: www.sm22.com.br


  • O arquiteto ou engenheiro saberá aproveitar cada espaço do imóvel, valorizando pequenos espaços, dando vida a grandes áreas, explorando o potencial do imóvel tanto na estética quanto no funcional.
  • É importante fazer uma rede elétrica moderna e uma tubulação bem estruturada.
  • Um projeto de iluminação que supri todas as necessidades do imóvel e ainda sim deixar possibilidades para o futuro morador. Veja aqui no blog dicas para fazer um projeto de iluminação.
  • Em caso de apartamentos pequenos, o arquiteto pode valorizar aumentando a sala, mas deixando a opção de reverter o espaço para um outro cômodo, como mais um quarto.
  • Uma pintura bem feita, com um acabamento impecável enche os olhos de qualquer um.

A maioria das pessoas preferem pagar por um imóvel já reformado e todo bem estruturado do que comprar e gastar com uma reforma depois. Portanto invista em um projeto de arquitetura e valorize seu imóvel antes da venda.

Fonte:http://www.getninjas.com.br/guia/reparos-e-reformas/arquiteto/projeto-arquitetonico-pode-valorizar-o-imovel/

Secovi-SP esclarece dúvidas do comprador de imóvel

 

Cartilha da Compra Consciente traz respostas e dicas essenciais para quem vai adquirir o primeiro imóvel ou trocar de moradia

Capa CartilhaPesquisa e muito diálogo são essenciais para quem vai comprar um imóvel e não quer dificuldades. Conhecimento do mercado imobiliário também é fundamental. Por estas razões, o Secovi-SP, sob a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente, lançada dia 27/11.

Adquirir um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado muita pesquisa, visitas a inúmeros estandes de vendas, comparação e diálogo com parentes e amigos. “Não se deve comprar uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza Flávio Prando, vice-presidente de Habitação Econômica do Sindicato.

O comprador também deve avaliar se o imóvel de interesse atende às suas necessidades de moradia. O importante é não ter pressa, porque, na média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida. Esse motivo já é suficiente para cautela.

Não se pode esquecer que, em edifícios residenciais, há o rateio de despesas entre os moradores e no momento de receber as chaves existem despesas cartoriais e com a prefeitura.

Pensando no consumidor e em orientá-lo nesse momento decisivo, o Secovi-SP recomenda a leitura da Cartilha da Compra Consciente, cujo conteúdo foi desenvolvido com linguagem simples para ser consultado sempre. Confira!

Clique aqui para consultar a cartilha.

Clique aqui para escolheu um imóvel adequado para você

Fonte: http://www.secovi.com.br/noticias/secovi-sp-esclarece-duvidas-do-comprador-de-imovel/5719/

domingo, 15 de março de 2015

Decorando sua casa - Noções Básicas


O planejamento dos ambientes deve priorizar a funcionalidade, ergonomia dos móveis e acima de tudo atender os anseios dos clientes.

ambiente+decorado+belo+horizonte.JPG
Se você pensa em comprar ou vender um imóvel, visite o site www.sm22.com.br  e encontre um imóvel ideal para a sua necessidade e desejo, ou exponha o seu imóvel para o mundo.

Durante a elaboração do projeto, o Designer de Ambientes deve observar quais as necessidades e preferências dos moradores e adequá-las ao orçamento disponível, criando ambientes aconchegantes e personalizados.
Segue abaixo algumas orientações básicas mais importantes:  
- Estudo do Ambiente:
O estudo prévio e detalhado do ambiente é fundamental para definir a correta distribuição do mobiliário, áreas de circulação, aproveitamento da iluminação natural e artificial, utilização de cortinas, definição de cores para paredes, teto, piso, adornos, etc.

- Escolha do Piso:
Ressalta-se que a escolha do piso é muito relevante, pois o tipo e cor deste influenciará diretamente na definição de outros itens para a sua decoração. Com o intuito de evitar desarmonia entre os itens decorativos, sugere-se que o piso tenha uma cor neutra.    - Escolha das Cores: Cuidado com as cores vibrantes! Recomenda-se o uso de cores neutras para as peças maiores (exemplo, o sofá). Para manter a harmonia e qualidade visual, as cores vibrantes devem apenas pontuar a decoração em peças menores (almofadas, adornos e poltronas individuais).
sala+decorada.JPG
- Iluminação:
A iluminação varia de acordo com a funcionalidade de cada ambiente. Na sala de jantar, por exemplo, o ideal é trabalharmos luz dirigida para a mesa (pendente).  O espaço destinado à TV deve receber iluminação geral, que pode ser distribuída por luz central com regulagem de intensidade por meio do "dimmer", ou sancas com luz para o teto ou para o ambiente. É desaconselhável o uso de lâmpadas dirigidas para o televisor.  A sala de estar deve possuir iluminação geral para uso diário, sancas e pontos de luz dirigidos para objetos de destaque como quadros e adornos. 
sala+de+estar.JPG
A Casabela Interiores possui decoradores experientes e qualificados para realização do seu projeto, e mobiliário de alto padrão de qualidade e requinte. Helenice Leôncio Designer de Ambientes
Fonte: http://www.artigonal.com/decoracao-artigos/decorando-sua-casa-nocoes-basicas-4619180.html

Palavras-chave do artigo: interiores, decoracao, casa

A Importancia Do Cartório & Registro De Imóveis. Tire Suas Duvidas

O Cartório de Registro de Imóveis realiza serviços importantes, que garantem o direito à propriedade das pessoas, bem como outros direitos referentes a imóveis. Somente quem registra uma casa ou terreno torna-se realmente seu dono, como determina a lei. O Cartório de Registro de Imóveis é o local onde as pessoas conseguem obter informações seguras sobre a verdadeira situação jurídica dos seus imóveis, sejam lotes, casas, apartamentos ou lojas.

Além de exprimir o direito de propriedade (garantir que o imóvel realmente pertence a uma pessoa), o Cartório de Registro de Imóveis retrata o histórico completo de cada bem registrado. Assim, o Cartório tem condições de informar, através de certidões, quais foram os vários donos de determinado imóvel, quem são os atuais proprietários, se existem restrições do mesmo ou se há algo que impeça a compra ou a venda do imóvel. Por essas razões, consulte o cartório sempre que for fazer qualquer transação envolvendo imóveis.

O registro do imóvel deve ser feito no Cartório respectivo da sua localização: bairro, município ou comarca.


PRINCIPAIS SERVIÇOS

No Cartório de Registro de Imóveis são realizados a matrícula, o registro e a averbação dos atos relativos aos bens imóveis.

A matrícula é como um retrato do imóvel nos livros do Cartório. É o ato que individualiza o imóvel, identificando-o por meio de sua correta localização e descrição. Nela serão feitos os atos de registro e averbação, mostrando o real o estado do imóvel.

O registro é o ato que declara quem é o verdadeiro proprietário do imóvel, ou se a propriedade deste bem está sendo transmitida de uma pessoa para outra. Toda vez que se leva uma escritura de compra e venda ou hipoteca de um imóvel ao Cartório, por exemplo, ela é registrada na matrícula, ou seja, os dados referentes ao negócio que se efetivou são anotados na matrícula do imóvel ao qual diz respeito.

A averbação é o ato que anota todas as alterações ou acréscimos referentes ao imóvel ou às pessoas que constam do registro ou da matrícula do imóvel. São atos de averbação, por exemplo, o Habite-se, que é expedido pela Prefeitura Municipal, as mudanças de nome, as modificações de estado civil decorrentes de casamento ou divórcio e outros atos. A averbação também é utilizada para os cancelamentos, inclusive os de hipoteca


Principais dúvidas


Certidões

Quem pode requerer uma certidão?


R. Qualquer pessoa pode requerer certidão, sem precisar dizer qual é o motivo do seu pedido ou o seu interesse.

O que é uma certidão atualizada e qual é a sua importância?

R. Certidão atualizada é aquela cuja data de expedição antecede em, no máximo, 30 dias a formalização do negócio jurídico. Para se lavrar a escritura de compra de um imóvel, por exemplo, é necessário que a pessoa vá ao Cartório de Registro de Imóveis e peça uma certidão atualizada da matrícula do imóvel, além da certidão negativa de ônus e ações (aquela que aponta se há alguma pendência ou dívida). Só assim poderá fazer a compra sem problemas.

O que é o formal de partilha e em quais situações pode ser realizado?

R. É um documento feito ao final do inventário de qualquer pessoa que tenha morrido e deixado bens. Pelo formal de partilha se demonstra que um imóvel foi dividido entre os herdeiros. Também se registra a partilha de bens em casos de separação, divórcio, anulação e nulidade de casamento.


O que é o usucapião?

R. É uma forma de aquisição da propriedade pela posse durante determinado tempo. Assim, se uma pessoa tem a posse de um imóvel, como se dono fosse, durante certo período, que pode ser, dependendo do caso, de cinco, dez ou 15 anos, ela poderá adquirir a sua propriedade, por requerimento feito ao Juiz de Direito, que expede uma sentença, reconhecendo o seu direito. A sentença também é registrada no Cartório de Registro de Imóveis.


O que é hipoteca?

R. Quando uma pessoa toma dinheiro emprestado em um Banco, se este quiser uma garantia maior, além da assinatura, contrata uma hipoteca, em que a pessoa dá o seu imóvel para garantir a dívida. Nos financiamentos que têm hipoteca, em geral, os juros são mais baixos, pois o Banco tem a garantia do recebimento da dívida. Quando o Banco faz um empréstimo baseado apenas na assinatura da pessoa, como, por exemplo, no cheque especial, em geral os juros são muito mais elevados, pois caso não existem garantias.


Como é feito o cancelamento de hipoteca?

R. Quando a pessoa paga a dívida, o Banco ou o credor autorizam o cancelamento da hipoteca, ficando novamente liberado o imóvel.


O que é preciso para averbar a construção de uma casa?

R. Primeiro, é necessário que o proprietário aprove o projeto de construção na Prefeitura Municipal. Terminada a construção, a Prefeitura expede um documento, chamado “Baixa de construção” ou “Habite-se”, que, juntamente com a Certidão Negativa do INSS, é averbado na matrícula do lote, passando oficialmente a existir a construção no terreno.


O que é o formal de partilha e em quais situações pode ser realizado?

R. É um documento feito ao final do inventário de qualquer pessoa que tenha morrido e deixado bens. Pelo formal de partilha se demonstra que um imóvel foi dividido entre os herdeiros. Também se registra a partilha de bens em casos de separação, divórcio, anulação e nulidade de casamento.


O que é o usucapião?



R. É uma forma de aquisição da propriedade pela posse durante determinado tempo. Assim, se uma pessoa tem a posse de um imóvel, como se dono fosse, durante certo período, que pode ser,
dependendo do caso, de cinco, dez ou 15 anos, ela poderá adquirir a sua propriedade, por requerimento feito ao Juiz de Direito, que expede uma sentença, reconhecendo o seu direito. A sentença também é registrada no Cartório de Registro de Imóveis.




O que é preciso para averbar a construção de uma casa?

R. Primeiro, é necessário que o proprietário aprove o projeto de construção na Prefeitura Municipal. Terminada a construção, a Prefeitura expede um documento, chamado “Baixa de construção” ou “Habite-se”, que, juntamente com a Certidão Negativa do INSS, é averbado na matrícula do lote, passando oficialmente a existir a construção no terreno.

As alterações de nomes devem ser averbadas?

R. Sim. As alterações de nomes, em função de casamento, separação, divórcio ou qualquer outro motivo, devem ser comunicadas ao Cartório e averbadas. Essas mudanças influenciam no registro, na identificação ou na qualificação dos proprietários do imóvel.

Qual é o documento exigido para averbar a alteração de nome?

R. Para a averbação da alteração de nome é preciso apresentar uma cópia autenticada da certidão do registro civil ao Cartório de Registro de Imóveis, no qual está registrado o imóvel de propriedade da pessoa que teve seu nome modificado.


Pode-se registrar um imóvel com o contrato de promessa de compra e venda ou é preciso ter a escritura?

R. O contrato de promessa de compra e venda também pode ser registrado. Quando uma pessoa compra um imóvel com pagamento em prestações, o vendedor faz com ela um contrato de promessa de compra e venda. Este contrato pode ser registrado, garantindo ao comprador que o imóvel não será vendido a outra pessoa. Depois de pagas todas as prestações, o comprador terá a escritura definitiva do imóvel.


Quando um documento é levado ao Cartório para registrar, e o registro não pode ser feito por existir um problema no imóvel, o valor pago é devolvido?

R. Sim. O valor pago por registros que não puderam ser feitos será devolvido.


Quem pode requerer registro ou averbação?

R. O registro ou a averbação pode ser requerido por qualquer pessoa, que assumirá as despesas respectivas.


Por que é preciso fazer o registro no Cartório de Registro de Imóveis se o proprietário já tem a escritura lavrada no Cartório de Notas?

R. No direito brasileiro, a propriedade imóvel só é transferida depois do registro da escritura no Cartório do Registro de Imóveis. Portanto, não adianta fazer apenas a escritura, que é um contrato de aquisição do imóvel. A escritura tem que ser registrada, pois “quem não registra não é dono.”

Visite o site www.sm22.com.br  e encontre um imóvel ideal para a sua necessidade e desejo.

____________________________________________
fonte: Wolney corretor de imoveis - www.imoveisterrafirme.com.br

sábado, 14 de março de 2015

Melhor janeiro para operações de aquisição de crédito imobili

A procura por financiamento bateu recorde em janeiro, e a taxa de desocupação, embora baixa, ameaça subir

Em janeiro, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 9,1 bilhões, o que representou uma alta de 12% em relação a janeiro do ano passado. No mês, foram realizadas operações de aquisição e construção de 43,7 mil imóveis, com crescimento de 9,4% se comparado a janeiro de 2014. Os resultados foram os melhores para o mês de janeiro na série histórica do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip).

Entretanto, apesar da relevância dos números, o presidente do Sindicato da Habitação do Ceará (Secovi-CE), Sérgio Porto, diz que a expectativa de alta dos juros para conter a inflação contribuiu para o aumento da procura por financiamentos. Esse movimento, diz Porto, foi uma antecipação de quem estava pensando em comprar um imóvel e aproveitou para fechar contratos a juros mais baixos. “Infelizmente, isso reflete esse cenário de inflação alta, juros altos, com a economia diminuindo de tamanho, e as primeiras divulgações de aumento de desemprego. Tudo isso gera insegurança”, ele diz.
Comparado com dezembro, houve um recuo de 14,1% nos empréstimos, o que, segundo a Abecip, confirma o comportamento sazonal do crédito imobiliário. Embora avalie que o ano será difícil para o setor, Porto diz que o consumidor terá boas oportunidades. “O mercado está bem ofertado, com várias opções para todo tipo de comprador e investidor, seja imóveis residenciais ou comerciais. A tendência é de que tenhamos um primeiro semestre com bastante oferta e promoções.”
O economista Ricardo Coimbra, professor da Fa7, diz que a retração do mercado tem feito com que as empresas de construção civil busquem formas de gerar crédito aos seus clientes e financiar seus projetos.
“Desde janeiro, o juro já aumentou e a expectativa, a depender do cenário, é de que aumente ainda mais nas próximas reuniões do Copom, o que estimulará ainda mais a procura (por crédito imobiliário)”, ele diz. Coimbra opina que os preços dos imóveis tendem a se estabilizar neste ano e ressalta que se considerada a expectativa de inflação entre 7% e 8%, o preço real do imóvel acabará ficando mais barato.
Empregos
Mesmo com a desaceleração da economia brasileira, a taxa de desocupação no mês de janeiro ficou em 5,3% em janeiro. Foi o segundo menor patamar para o mês em mais de dez anos, atrás apenas da taxa de 2014 (4,8%), de acordo com o IBGE. Mas o resultado deste ano representou a primeira alta para janeiro desde 2009. Além disso, a taxa de desocupação vem aumentando a cada mês desde outubro do ano passado, quando era de 4,7%. E, em janeiro, atingiu o pior resultado desde setembro de 2013, quando foi de 5,4%.

A taxa de desemprego, porém, costuma ser um dos últimos indicadores a reagir às crises econômicas. “No Brasil, o mercado de trabalho é muito rígido, de modo que a taxa de desemprego tem uma defasagem até aparecer”, diz o economista André Nassif, professor do MBA da FGV/RJ. “Desempregar tem um custo relativamente alto para o empregador, e isso faz com que as empresas, mesmo com queda das vendas, segurem o trabalhador. E quando você tem queda nas vendas e na produção, o aumento do desemprego e questão de tempo”, explica.
Números

R$ 19,1 bilhões foi o volume de operações de crédito imobiliário em janeiro

5,3% foi a taxa de desocupação em janeiro

Casal brasileiro vende sonho americano com imóveis na Flórida

Viver bem, experimentar a liberdade, conhecer novas oportunidades. São ideias que fazem parte do tão desejado "American Dream". Foi justamente a busca pelo sonho americano que levou o casal Edna e Helio Batini à Flórida há 20 anos.
Hoje, com sua empresa Vitoria Realty, eles auxiliam brasileiros a conquistarem o mesmo estilo de vida. A corretora é especializada em alugar e vender imóveis para brasileiros em Orlando e Miami.
Responsável por negociar US$ 16 milhões em imóveis em 2014, a Vitoria Realty teve sua guinada em 2008, com a bolha imobiliária norte-americana.
16531764_l_Casas_em_Miami
Em 2012, o casal deu um grande passo para aproximar de vez o público brasileiro ao abrir um escritório em São Paulo.
Duas casas e uma oportunidade
A trajetória do casal paulista na terra do Mickey começou de uma forma inusitada. "Tínhamos os planos de abrir uma churrascaria em Orlando com outro casal de amigos, mas eles acabaram desistindo da ideia", lembra Hélio.
O destino então mudou a sorte da família Batini, que foi para os Estados Unidos com três filhos pequenos.
"Compramos  duas  casas, uma para morarmos e outra para que meu pai pudesse passar férias. Como o imóvel ficava vago na maior parte do tempo, uma imobiliária nos procurou para verificar a possibilidade de alugar por temporadas", conta Edna.
casal Edna e Helio Batini à Flórida há 20 anos
casal Edna e Helio Batini à Flórida há 20 anos
O casal Edna e Helio Batini, que vive na Flórida há 20 anos
A partir daí, Edna, advogada, começou a atuar como consultora, com foco mais voltado à América Latina. A parceria com a imobiliária americana durou até 2004, quando o casal decidiu abrir a Vitoria Realty. "À época o mercado brasileiro era muito fechado e nossos clientes eram basicamente de classe média alta. Nos últimos anos, porém, a classe média também passou a viajar para Miami e Orlando, destinos às vezes mais baratos do que aqueles dentro do Brasil", comenta a CEO da corretora.